Most things never happen. Things that I fear. Things that I dream. Things that I love.
Monday, October 22, 2012
Saturday, October 20, 2012
Thursday, October 18, 2012
Saturday, October 13, 2012
Ontem à noite recebi uma mensagem da minha 'caloirinha' (que já não é caloirinha nenhuma) a dizer que tinha dado 3 pontinhos na cabeça de um senhor.
Coisas que me passaram pela cabeça:
1- Agora que começou a deixar marcas nas pessoas nunca mais vai querer parar
2- Ensinei-a bem: urgências para suturar fazem-se à sexta ou sábado à noite
3- A MINHA CALOIRINHA JÁ SUTURA?! Estou a ficar velha...
Coisas que me passaram pela cabeça:
1- Agora que começou a deixar marcas nas pessoas nunca mais vai querer parar
2- Ensinei-a bem: urgências para suturar fazem-se à sexta ou sábado à noite
3- A MINHA CALOIRINHA JÁ SUTURA?! Estou a ficar velha...
Wednesday, October 10, 2012
Há tempos uma pessoa que me é próxima perdeu uma amiga. Era uma pessoa jovem, pouco mais velha do que eu, saudável. Nada fazia prever o que aconteceu, mas a verdade é que um dia ela estava cá e no dia seguinte não estava. Não houve oportunidades para despedidas. Ficou o arrependimento de não ter dito mais vezes 'gosto de ti'.
Tenho passado a última semana a saltitar de hospital em hospital, entre aqueles que frequento como aluna e aqueles que frequento como visita. Um amigo daqueles que vi crescer ao meu lado está internado e, embora não seja nada que não tenha solução, todos os dias me tem custado deixá-lo sozinho à noite. Tenho dito 'gosto de ti' mais vezes. Caraças, tenho dito 'gosto de ti' todos os dias. Porque eu sei que não vai acontecer nada, mas se por acaso acontecesse eu ia saber que ele sabia. E não ia ter de viver com o peso de um 'gosto de ti' que não foi dito.
(E ao que parece eles pesam comó-raio...)
Tenho passado a última semana a saltitar de hospital em hospital, entre aqueles que frequento como aluna e aqueles que frequento como visita. Um amigo daqueles que vi crescer ao meu lado está internado e, embora não seja nada que não tenha solução, todos os dias me tem custado deixá-lo sozinho à noite. Tenho dito 'gosto de ti' mais vezes. Caraças, tenho dito 'gosto de ti' todos os dias. Porque eu sei que não vai acontecer nada, mas se por acaso acontecesse eu ia saber que ele sabia. E não ia ter de viver com o peso de um 'gosto de ti' que não foi dito.
(E ao que parece eles pesam comó-raio...)
Saturday, October 6, 2012
Monday, October 1, 2012
Ei-lo. O último ano de aulas. O tão falado e tão temido quinto ano. Não sei o que aconteceu, mas o tempo passou a correr.
Estamos a ter aulas no mesmo anfiteatro onde estávamos no primeiro e segundo ano. Estamos rodeados de pessoas que não nos são minimamente familiares (o que me relembra que no ano passado não fui à praxe uma única vez), pessoas que olham para nós como se fossemos grandes. Não me sinto grande. Na minha agenda tenho escritas coisas como 'urgência de pediatria', 'partograma', 'marcar banco de ortopedia', 'saber informações da urgência de cirurgia', coisas de adultos, que eu sei que vou adorar (porque adorei no ano passado, porque adoroo que estou a fazer), mas que ainda me dão taquicardia. Tal como o nome 'daquele' Professor, de casa vez que me ocorre que a probabilidade de ter se fazer oral é gigantesca.
E eu quero não pensar nisso tudo, juro que quero. Mas não sei se é do início do ano, se é de ser o último ano com aulas, se é por outra razão qualquer, mas a verdade é que não se ouve falar de outra coisa.
(E agora deixo aqui a minha felicidade por ter conseguido que me imprimissem as desgravadas mesmo como eu queria: em A5 para poder andar com elas para todo o lado. E ainda dizem que eu sou difícil de contentar.)
Estamos a ter aulas no mesmo anfiteatro onde estávamos no primeiro e segundo ano. Estamos rodeados de pessoas que não nos são minimamente familiares (o que me relembra que no ano passado não fui à praxe uma única vez), pessoas que olham para nós como se fossemos grandes. Não me sinto grande. Na minha agenda tenho escritas coisas como 'urgência de pediatria', 'partograma', 'marcar banco de ortopedia', 'saber informações da urgência de cirurgia', coisas de adultos, que eu sei que vou adorar (porque adorei no ano passado, porque adoroo que estou a fazer), mas que ainda me dão taquicardia. Tal como o nome 'daquele' Professor, de casa vez que me ocorre que a probabilidade de ter se fazer oral é gigantesca.
E eu quero não pensar nisso tudo, juro que quero. Mas não sei se é do início do ano, se é de ser o último ano com aulas, se é por outra razão qualquer, mas a verdade é que não se ouve falar de outra coisa.
(E agora deixo aqui a minha felicidade por ter conseguido que me imprimissem as desgravadas mesmo como eu queria: em A5 para poder andar com elas para todo o lado. E ainda dizem que eu sou difícil de contentar.)
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