1- O comentário: O Prof. X este ano não vai fazer orais
Sendo que o Prof. X é o regente da cadeira de Pneumologia e eu não vou muito com a cara dele.
2- O comentário: A Prof. Y este ano não vai fazer orais
Sendo que a Prof. Y é só a professora mais temida de sempre da cadeira de Cardiologia.
3- Índios a dançar numa cerimónia formal.
Okay, não presenciei, presenciei, mas vi em directo. Isso conta, certo?
Aqui fica uma foto a comprovar:
Most things never happen. Things that I fear. Things that I dream. Things that I love.
Monday, June 4, 2012
Saturday, June 2, 2012
Friday, June 1, 2012
Era bom quando a vida era simples. Quando as maiores preocupações do dia eram escolher o que ia vestir de manhã e o que fazer desta vez para conseguir ficar com um iogurte de morango ao lanche. Quando pedia à minha mãe sandes de ovo mexido para mim e para a minha irmã e íamos passar a tarde nas traseiras do meu bairro com as nossas vizinhas (e sentíamo-nos tão grandes!). Chegava a casa com as calças sujas de terra, fruto das brincadeiras e das 'lutas' com os outros. Brinquei muito na rua. Joguei à macaca, ao pisa-pé, futebol sem bola e ao macaquinho do chinês. Aos sábados jantávamos com os amigos da família e comíamos à pressa para jogarmos à apanhada e às escondidas. E aos domingos íamos a casa dos meus avós (uma viagem horrosa de uma hora e meia, cheia de curvas e contracurvas que invariavelmente me faziam vomitar o pequeno-almoço - e que agora se faz em 35 minutos)e deslizávamos pelo corrimão e descíamos de rabo nas escadas. Depois do almoço (que incluía sempre um gelado que íamos buscar à arca que estava na cave), íamos à 'Flor do Adro' com os meus pais, a minha tia (o meu tio ainda nao fazia parte da família) e uns amigos da minha mãe, e a minha mãe deixava-me beber um 'pingo clarinho' ao qual eu acrescentava mais açúcar do que aquele que devia (como vêem o habito do café pingado já nao é de agora!). Quando nos fartávamos do infantário eu e a minha irmã fingíamo-nos doentes e, de vez em quando, a minha mãe (fingia que) acreditava. E aí ficavamos em casa e víamos bonecos e brincávamos às barbies e às polly-pockets.
Fui uma criança feliz, e tudo o que posso desejar a todas as crianças que ainda o são é que tenham uma infância tão cheia de sorrisos e mimos como eu tive. Feliz dia da criança.
Fui uma criança feliz, e tudo o que posso desejar a todas as crianças que ainda o são é que tenham uma infância tão cheia de sorrisos e mimos como eu tive. Feliz dia da criança.
Thursday, May 31, 2012
Hoje foi assim
Fomos quase mil, o que é bastante bom, tendo em conta que algumas das faculdades estão em época de frequências e testes. Correu bastante bem. Acho que conseguimos fazer passar a mensagem (embora só tenha lido a notícia do Público). Espero que isto dê em alguma coisa. Quero mesmo que isto dê em alguma coisa.
Wednesday, May 30, 2012
Um dia disseste-me que a ida para fora tinha sido um acidente de percurso, que pura e simplesmente tinha acontecido. Que estavas mortinho por vir embora, que estava a ser giro, e tal, mas que já chegava. Isto tudo foi há quase meio ano. Os teus colegas de casa já têm planos concretos para voltar, e tu aí continuas. E ainda bem. Acho que estás feliz. Acho que arranjaste alguém que fica melhor ao teu lado do que eu ficaria, alguém com quem as coisas não são demasiado complicadas, e com quem os dias se vão passando, um de cada vez, e sem grandes planos. A tua costela alentejana faz-te levar a vida assim, com muito calma, e a tua costela brasileira faz-te querer aproveitá-la ao máximo. Uma combinação peculiar e engraçada, mas com a qual eu talvez não tivesse sabido viver.
Um dia, daqui a uns meses, talvez, quero ver se não me esqueço de saber de ti. De saber se ela te fez crescer e começar a pensar no futuro. É bom ver as pessoas à nossa volta a crescer, não é?
Um dia, daqui a uns meses, talvez, quero ver se não me esqueço de saber de ti. De saber se ela te fez crescer e começar a pensar no futuro. É bom ver as pessoas à nossa volta a crescer, não é?
Tuesday, May 29, 2012
Hoje, se pudesse, dizia-te que há dias que são uma merda, que há dias em que sinto que abdico de muito por muito pouco, que há dias em que me canso disto tudo. E hoje, se tu pudesses, dir-me-ias que sim, que há dias que são mesmo uma merda e que é mesmo assim, e que nao estou a abdicar de tanto como penso e que estou cansada mas já nao conseguia viver sem tudo isto. E hoje, se eu pudesse, responder-te-ia que eu no fundo, no fundo sei isso tudo, mas que há dias em que só me apetece mandar tudo para o caralho e esconder a cabeça debaixo da almofada.
Subscribe to:
Posts (Atom)
