Most things never happen. Things that I fear. Things that I dream. Things that I love.
Thursday, May 31, 2012
Hoje foi assim
Fomos quase mil, o que é bastante bom, tendo em conta que algumas das faculdades estão em época de frequências e testes. Correu bastante bem. Acho que conseguimos fazer passar a mensagem (embora só tenha lido a notícia do Público). Espero que isto dê em alguma coisa. Quero mesmo que isto dê em alguma coisa.
Wednesday, May 30, 2012
Um dia disseste-me que a ida para fora tinha sido um acidente de percurso, que pura e simplesmente tinha acontecido. Que estavas mortinho por vir embora, que estava a ser giro, e tal, mas que já chegava. Isto tudo foi há quase meio ano. Os teus colegas de casa já têm planos concretos para voltar, e tu aí continuas. E ainda bem. Acho que estás feliz. Acho que arranjaste alguém que fica melhor ao teu lado do que eu ficaria, alguém com quem as coisas não são demasiado complicadas, e com quem os dias se vão passando, um de cada vez, e sem grandes planos. A tua costela alentejana faz-te levar a vida assim, com muito calma, e a tua costela brasileira faz-te querer aproveitá-la ao máximo. Uma combinação peculiar e engraçada, mas com a qual eu talvez não tivesse sabido viver.
Um dia, daqui a uns meses, talvez, quero ver se não me esqueço de saber de ti. De saber se ela te fez crescer e começar a pensar no futuro. É bom ver as pessoas à nossa volta a crescer, não é?
Um dia, daqui a uns meses, talvez, quero ver se não me esqueço de saber de ti. De saber se ela te fez crescer e começar a pensar no futuro. É bom ver as pessoas à nossa volta a crescer, não é?
Tuesday, May 29, 2012
Hoje, se pudesse, dizia-te que há dias que são uma merda, que há dias em que sinto que abdico de muito por muito pouco, que há dias em que me canso disto tudo. E hoje, se tu pudesses, dir-me-ias que sim, que há dias que são mesmo uma merda e que é mesmo assim, e que nao estou a abdicar de tanto como penso e que estou cansada mas já nao conseguia viver sem tudo isto. E hoje, se eu pudesse, responder-te-ia que eu no fundo, no fundo sei isso tudo, mas que há dias em que só me apetece mandar tudo para o caralho e esconder a cabeça debaixo da almofada.
Monday, May 28, 2012
Sunday, May 27, 2012
Acho que encontrei um bom lugar para estudar. Posso levar café de casa, tem sombra, tem ar livre e desde que tenha os auscultadores postos é calminho. E tem vista para o rio. O problema é o horário: nao abre muito cedo e lá para as 8 horas deixa de ter luz. Oh well, nao se pode ter tudo.
Ps: gente não médica/ nao estudante de medicina, ide ali ao espacinho da Jo para dar a vossa opinião.
Saturday, May 26, 2012
Um dia quero viver sozinha e ter um cão velhinho chamado Bloomberg ou uma gatinha amarela chamada Icterícia. Bem, já que estou numa de sonhar bem que posso querer os dois! E vou ter um apartamento pequenino, com um quarto e uma sala-cozinha onde vou fazer o jantar para dois ou três amigos e onde nos vamos rir de todas as palermeiras que formos fazendo ao longo da vida. E como vou viver numa cidade pequenina vou ter jarros com flores compradas a caminho de casa, iogurtes caseiros* e fruta fresca. E a minha casa vai estar uma confusão na maioria dos dias, com livros e artigos espalhados por todo o lado, que eu vou arrumar à pressa quando alguém estiver a chegar.
É por isso que eu nao percebo aqueles (mais aquelas, na realidade) que contam passar de viver em casa dos pais para viver com o marido/mulher. Porque nao percebo como é possível nao imaginar o que vai ser viver sozinho. Porque acho que se cresce tanto em meia dúzia de meses sozinho (eu pelo menos cresci!)...
Ou então eu é que sou muito estranha.
*okay, eu agora vivo numa cidade grande e faço iogurtes em casa, mas eu acho que perceberam a ideia.
É por isso que eu nao percebo aqueles (mais aquelas, na realidade) que contam passar de viver em casa dos pais para viver com o marido/mulher. Porque nao percebo como é possível nao imaginar o que vai ser viver sozinho. Porque acho que se cresce tanto em meia dúzia de meses sozinho (eu pelo menos cresci!)...
Ou então eu é que sou muito estranha.
*okay, eu agora vivo numa cidade grande e faço iogurtes em casa, mas eu acho que perceberam a ideia.
Thursday, May 24, 2012
Sei que um dia vou ser uma mãe-galinha quando são nove e meia da noite e eu estou há uma hora e meia sem conseguir fazer nada porque a minha irmã ainda não chegou a casa, não me avisou que ia chegar tarde e tem o telemóvel desligado.
E também sei que alguém vai levar nas orelhas quando chegar e eu vir que está tudo bem.
E também sei que alguém vai levar nas orelhas quando chegar e eu vir que está tudo bem.
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